sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Literatura



A literatura, como manifestação artística, tem por finalidade recriar a realidade a partir da visão de determinado autor (o artista), com base em seus sentimentos, seus pontos de vista e suas técnicas narrativas. O que difere a literatura das outras manifestações é a matéria-prima: a palavra que transforma a linguagem utilizada e seus meios de expressão. Porém, não se pode pensar ingenuamente que literatura é um “texto” publicado em um “livro”, porque sabemos que nem todo texto e nem todo livro publicado são de caráter literário.

Logo, o que definiria um texto “literário” de outro que não possui essa característica? Essa é uma questão que ainda gera discussão em diversos meios, pois não há um critério formal para definir a literatura a não ser quando contrastada com as demais manifestações artísticas (evidenciando sua matéria-prima e o meio de divulgação) e textuais (evidenciando um texto literário de outro não literário). Segundo José de Nicola (1998:24), o que torna um texto literário é a função poética da linguagem que “ocorre quando a intenção do emissor está voltada para a própria mensagem, com as palavras carregadas de significado.” Além disso, Nicola enfatiza que não apenas o aspecto formal é significativo na composição de uma obra literária, como também o seu conteúdo.
 
 

Arte



A designação do termo vem do latim Ars, que significa habilidade. É definida como uma atividade que manifesta a estética visual, desenvolvida por artistas que se baseiam em suas próprias emoções. Geralmente a arte é um reflexo da época e cultura vivida. A Arte existe desde os primeiros indícios do desenvolvimento do homem, inicialmente utilizada para suprir necessidade de sobrevivência, como utensílios de cozinha e inscrições em cavernas.
A Arte é desenvolvida com o intuito de mostrar o pensamento do artista e expressar os sentimentos, por meio de correntes de estilo e estéticas diferentes, isto é, arte pode ser considerada como uma forma de expressão.


CONSUMA ARTE!

Tipos de Linguagem

Linguagem é a capacidade que possuímos de expressar nossos pensamentos, ideias, opiniões e sentimentos. A Linguagem está relacionada a fenômenos comunicativos; onde há comunicação, há linguagem. Podemos usar inúmeros tipos de linguagens para estabelecermos atos de comunicação, tais como: sinais, símbolos, sons, gestos e regras com sinais convencionais (linguagem escrita e linguagem mímica, por exemplo). Num sentido mais genérico, a Linguagem pode ser classificada como qualquer sistema de sinais que se valem os indivíduos para comunicar-se.


Tipos de Linguagem

A linguagem pode ser:

Verbal: a Linguagem Verbal é aquela que faz uso das palavras para comunicar algo.

 

A figura acima nos comunica sua mensagem através da linguagem verbal (usa palavras para transmitir a informação).

Não Verbal: é aquela que utiliza outros métodos de comunicação, que não são as palavras. Dentre elas estão a linguagem de sinais, as placas e sinais de trânsito, a linguagem corporal, uma figura, a expressão facial, um gesto, etc.




Essas figuras fazem uso apenas de imagens para comunicar o que representam.

Linguagem mista: é uso misturado da linguagem verbal e da linguagem não-verbal, usando palavras escritas e figuras ao mesmo tempo.
 

Variantes Linguísticas

Uma língua nunca é falada de maneira única pelos seus usuários: ela está sujeita a muitas variações. O modo de falar uma língua varia:

- de época para época: o português de nossos antepassados é diferente do que falamos hoje;

- de região para região: o carioca, o baiano, o paulista e o gaúcho falam de maneiras nitidamente distintas;

- de grupo social para grupo social: pessoas que moram em bairros chamados nobres falam diferente dos que moram na periferia. Costuma-se distinguir o português das pessoas mais prestigiadas socialmente (impropriamente chamada de fala culta ou norma culta) e o das pessoas de grupos sociais menos prestigiados (a fala popular ou norma popular);

- de situação para situação: cada uma das variantes pode ser falada com mais cuidado e vigilância (a fala formal) e de modo mais espontâneo e menos controlado (a fala informal). Um professor universitário ou um juiz falam de um modo na faculdade ou no tribunal e de outro numa reunião de amigos, em casa e em outras situações informais.

Além dessas, há outras variações, como, por exemplo, o modo de falar de grupos profissionais, a gíria própria de faixas etárias diferentes, a língua escrita e oral.


Diante de tantas variantes linguísticas, é inevitável perguntar qual delas é a correta. Resposta: não existe a mais correta em termos absolutos, mas sim, a mais adequada a cada contexto. Dessa maneira, fala bem aquele que se mostra capaz de escolher a variante adequada a cada situação e consegue o máximo de eficiência dentro da variante escolhida.

O importante é respeitar todas as variantes da nossa Língua Portuguesa. E por falar nisso, você já conhece o "Dicionário dos Manos"?

Eis aqui...

 
Mano não vai embora, vaza.

Mano não briga, arranja treta.

Mano não bebe, chapa o coco.

Mano não cai, toma um capote.

Mano não entende, se liga.

Mano não passeia, dá um role.

Mano não come, ranga.

Mano não entra, cai pra dentro.

Mano não fala, troca ideia.

Mano não dorme, apaga.

Mano nunca tá apaixonado, tá a fim.

Mano não namora, dá uns cato.

Mano não mente, dá um migué.

Mano não ouve música, curte um som.

Mano não se dá mal, a casa cai.

Mano não acha interessante, acha bem loco.

Mano não tem amigos, tem uns truta/ uns camarada.

Mano não mora em bairro, se esconde nas quebrada.

Mano não vai para o Guarujá, cai pro litoral.

Mano não tem namorada, tem mina.

Mano não faz algo legal, faz umas parada firmeza.

Mano não é gente, é mano.

E para finalizar: “ Sangue na veia de mano não corre...tira racha”.CERTO MANO?

(Texto extraído da Internet)

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O poder da leitura...


Volta às aulas... Preparem-se!


Pupilos,

Preparem-se, pois mais uma nova etapa de sua formação está começando e eu já estou preparada para auxiliá-los nessa jornada rumo ao aprendizado e ao conhecimento!

Profª Cintia.

A crônica escolhida para concorrer na Olimpíada de Língua Portuguesa 2012


Crônica – 1º ano do Ensino Médio

Tema: “O lugar onde eu vivo”
 
Terra Sagrada e realista

Aluno: Luan Petrica Alves da Silva (1º B - 2012)
 

Minha terra sagrada, com seus mitos constantes, alegrias e tristezas, dos solitários e dos amantes. Isto não é um verso...

Cultura é nosso forte. Dos diversos negros, dos fracos e dos fortes. Temos sempre um caminho, muita vida, mas a morte é inevitável e não é somente para alguns. Esta é uma prosa!

Cristãos, evangélicos e nobres. Candomblé, umbanda rica, negros nós temos de monte e gente de todas as cores também, afinal somos todos iguais. Cultura é a nossa fonte.

Óh! Minha São Paulo... Minha gigante e querida São Paulo, a terrinha da garoa, de muita coisas boas, terra de ladrão e de assaltante, como dizem por aí... Mas, aqui tem muita gente boa e do bem.

Como diz Roberto Carlos, na bela música O Portão, “Eu voltei! Agora prá ficar, porque aqui! Aqui é meu lugar”. Sei que um dia minha terra acabará, mas em meu peito ela sempre estará.

Desejo que os filhos de Sampa cuidem bem de sua cidade sagrada e realista.