- de época para época: o português de nossos antepassados é diferente do que falamos hoje;
- de região para região: o carioca, o baiano, o paulista e o gaúcho falam de maneiras nitidamente distintas;
- de grupo social para grupo social: pessoas que moram em bairros chamados nobres falam diferente dos que moram na periferia. Costuma-se distinguir o português das pessoas mais prestigiadas socialmente (impropriamente chamada de fala culta ou norma culta) e o das pessoas de grupos sociais menos prestigiados (a fala popular ou norma popular);
- de situação para situação: cada uma das variantes pode ser falada com mais cuidado e vigilância (a fala formal) e de modo mais espontâneo e menos controlado (a fala informal). Um professor universitário ou um juiz falam de um modo na faculdade ou no tribunal e de outro numa reunião de amigos, em casa e em outras situações informais.
Além dessas, há outras variações, como, por exemplo, o modo de falar de grupos profissionais, a gíria própria de faixas etárias diferentes, a língua escrita e oral.
Diante de tantas variantes linguísticas, é inevitável perguntar qual delas é a correta. Resposta: não existe a mais correta em termos absolutos, mas sim, a mais adequada a cada contexto. Dessa maneira, fala bem aquele que se mostra capaz de escolher a variante adequada a cada situação e consegue o máximo de eficiência dentro da variante escolhida.
O importante é respeitar todas as variantes da nossa Língua Portuguesa. E por falar nisso, você já conhece o "Dicionário dos Manos"?
Eis aqui...
Mano não
vai embora, vaza.
Mano não
briga, arranja treta.
Mano não
bebe, chapa o coco.
Mano não
cai, toma um capote.
Mano não
entende, se liga.
Mano não
passeia, dá um role.
Mano não
come, ranga.
Mano não
entra, cai pra dentro.
Mano não
fala, troca ideia.
Mano não
dorme, apaga.
Mano
nunca tá apaixonado, tá a fim.
Mano não
namora, dá uns cato.
Mano não
mente, dá um migué.
Mano não
ouve música, curte um som.
Mano não
se dá mal, a casa cai.
Mano não
acha interessante, acha bem loco.
Mano não
tem amigos, tem uns truta/ uns camarada.
Mano não
mora em bairro, se esconde nas quebrada.
Mano não
vai para o Guarujá, cai pro litoral.
Mano não
tem namorada, tem mina.
Mano não
faz algo legal, faz umas parada firmeza.
Mano não
é gente, é mano.
E para
finalizar: “ Sangue na veia de mano não corre...tira racha”.CERTO MANO?
(Texto extraído da Internet)
(Texto extraído da Internet)
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