Robinson Crusoé, de Daniel Defoe
"Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção." Paulo Freire
sábado, 17 de agosto de 2013
Robinson Crusoé (Daniel Defoe)
Segue link para baixar o livro completo Robinson Crusoé, de Daniel Defoe, obra a qual será abordada nas rodas de leitura do 3º bimestre/2013, no 9º ano D:
Robinson Crusoé, de Daniel Defoe
Robinson Crusoé, de Daniel Defoe
Cinco Minutos (José de Alencar)
Segue link para baixar o livro completo Cinco Minutos, de José de Alencar, obra a qual será abordada nas rodas de leitura do 3º bimestre/2013, nas turmas de 2º ano do Ensino Médio:
Cinco Minutos, de José de Alencar
Cinco Minutos, de José de Alencar
domingo, 3 de março de 2013
Como fazer uma conclusão?
Como fazer a conclusão de um trabalho
A conclusão deve ser resumida, conter apenas 01 parágrafo e deve retomar a ideia principal, desenvolvida no texto, de forma convincente.
A conclusão deve conter a síntese de tudo o que foi apresentado no texto, e não somente em relação às ideias apresentadas no último parágrafo do desenvolvimento.
Pode-se também apresentar possíveis soluções para os problemas expostos no desenvolvimento, buscando prováveis resultados. Por exemplo: É imprescindível que, diante dos argumentos expostos, todos se conscientizem de que ...
Frases-modelo, para o início da conclusão:
Apresento, aqui,
algumas frases que podem ajudar, para iniciar a conclusão. Não tomem estas
frases como receita infalível. Antes de usá-las, analise bem o tema, planeje
incansavelmente o desenvolvimento, use sua inteligência, para ter certeza
daquilo que será incluso em sua dissertação. Só depois disso, use estas frases:
A conclusão deve ser resumida, conter apenas 01 parágrafo e deve retomar a ideia principal, desenvolvida no texto, de forma convincente.
A conclusão deve conter a síntese de tudo o que foi apresentado no texto, e não somente em relação às ideias apresentadas no último parágrafo do desenvolvimento.
Pode-se também apresentar possíveis soluções para os problemas expostos no desenvolvimento, buscando prováveis resultados. Por exemplo: É imprescindível que, diante dos argumentos expostos, todos se conscientizem de que ...
Em virtude dos
fatos mencionados ...
Por isso tudo
...
Levando-se em
consideração esses aspectos ...
Dessa forma ...
Em vista dos
argumentos apresentados ...
Dado o exposto
...
Tendo em vista
os aspectos observados ...
Levando-se em
conta o que foi observado ...
Em virtude do
que foi mencionado ...
Por todos esses
aspectos ...
Pela observação
dos aspectos analisados ...
Portanto ... /
logo ... / então ...
Após a frase
inicial, pode-se continuar a conclusão com as seguintes frases:
... entendemos
que ...
... entende-se
que ...
Capa para os trabalhos de Português
E. E. PROFº FRANCISCO
DE ASSIS PIRES CORRÊA
Tema do trabalho ou
projeto
Nome,
Nº e Série
Formato padrão para os trabalhos de Português
Segue formato padrão para os trabalhos
ou projetos de Português, seguindo algumas normas da ABNT:
ü
Fonte Arial ou Times, 12, preta;
ü
Espaçamento de linhas de 1,5
ü
Parágrafo (primeira linha) de 1,25
ü
Texto justificado
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Trovadorismo
Podemos dizer que o trovadorismo foi a primeira
manifestação literária da língua portuguesa. Surgiu no século XII, em plena Idade Média, período em que Portugal estava no
processo de formação nacional.
Marco inicial
O marco inicial do Trovadorismo é a “Cantiga da Ribeirinha” (conhecida também como “Cantiga da Garvaia”), escrita por Paio Soares de Taveirós no ano de 1189. Esta fase da literatura portuguesa vai até o ano de 1418, quando começa o Quinhentismo.
Trovadores
Na lírica medieval, os trovadores eram os artistas de origem nobre, que compunham e cantavam, com o acompanhamento de instrumentos musicais, as cantigas (poesias cantadas). Estas cantigas eram manuscritas e reunidas em livros, conhecidos como Cancioneiros. Temos conhecimento de apenas três Cancioneiros. São eles: “Cancioneiro da Biblioteca”, “Cancioneiro da Ajuda” e “Cancioneiro da Vaticana”.
Os trovadores de maior destaque na lírica galego-portuguesa são: Dom Duarte, Dom Dinis, Paio Soares de Taveirós, João Garcia de Guilhade, Aires Nunes e Meendinho.
No trovadorismo galego-português, as cantigas são divididas em: Satíricas (Cantigas de Maldizer e Cantigas de Escárnio) e Líricas (Cantigas de Amor e Cantigas de Amigo).
Cantigas de Maldizer: através delas, os trovadores faziam sátiras diretas, chegando muitas vezes a agressões verbais. Em algumas situações eram utilizados palavrões. O nome da pessoa satirizada podia aparecer explicitamente na cantiga ou não.
Cantigas de Escárnio: nestas cantigas o nome da pessoa satirizada não aparecia. As sátiras eram feitas de forma indireta, utilizando-se de duplos sentidos.
Cantigas de Amor: neste tipo de cantiga o trovador destaca todas as qualidades da mulher amada, colocando-se numa posição inferior (de vassalo) a ela. O tema mais comum é o amor não correspondido. As cantigas de amor reproduzem o sistema hierárquico na época do feudalismo, pois o trovador passa a ser o vassalo da amada (suserana) e espera receber um benefício em troca de seus “serviços” (as trovas, o amor dispensado, sofrimento pelo amor não correspondido).
Cantigas de Amigo: enquanto nas Cantigas de Amor o eu-lírico é um homem, nas de Amigo é uma mulher (embora os escritores fossem homens). A palavra amigo nestas cantigas tem o significado de namorado. O tema principal é a lamentação da mulher pela falta do amado.
Marco inicial
O marco inicial do Trovadorismo é a “Cantiga da Ribeirinha” (conhecida também como “Cantiga da Garvaia”), escrita por Paio Soares de Taveirós no ano de 1189. Esta fase da literatura portuguesa vai até o ano de 1418, quando começa o Quinhentismo.
Trovadores
Na lírica medieval, os trovadores eram os artistas de origem nobre, que compunham e cantavam, com o acompanhamento de instrumentos musicais, as cantigas (poesias cantadas). Estas cantigas eram manuscritas e reunidas em livros, conhecidos como Cancioneiros. Temos conhecimento de apenas três Cancioneiros. São eles: “Cancioneiro da Biblioteca”, “Cancioneiro da Ajuda” e “Cancioneiro da Vaticana”.
Os trovadores de maior destaque na lírica galego-portuguesa são: Dom Duarte, Dom Dinis, Paio Soares de Taveirós, João Garcia de Guilhade, Aires Nunes e Meendinho.
No trovadorismo galego-português, as cantigas são divididas em: Satíricas (Cantigas de Maldizer e Cantigas de Escárnio) e Líricas (Cantigas de Amor e Cantigas de Amigo).
Cantigas de Maldizer: através delas, os trovadores faziam sátiras diretas, chegando muitas vezes a agressões verbais. Em algumas situações eram utilizados palavrões. O nome da pessoa satirizada podia aparecer explicitamente na cantiga ou não.
Cantigas de Escárnio: nestas cantigas o nome da pessoa satirizada não aparecia. As sátiras eram feitas de forma indireta, utilizando-se de duplos sentidos.
Cantigas de Amor: neste tipo de cantiga o trovador destaca todas as qualidades da mulher amada, colocando-se numa posição inferior (de vassalo) a ela. O tema mais comum é o amor não correspondido. As cantigas de amor reproduzem o sistema hierárquico na época do feudalismo, pois o trovador passa a ser o vassalo da amada (suserana) e espera receber um benefício em troca de seus “serviços” (as trovas, o amor dispensado, sofrimento pelo amor não correspondido).
Cantigas de Amigo: enquanto nas Cantigas de Amor o eu-lírico é um homem, nas de Amigo é uma mulher (embora os escritores fossem homens). A palavra amigo nestas cantigas tem o significado de namorado. O tema principal é a lamentação da mulher pela falta do amado.
Estilo e escolas literárias
Estilo
individual é a
maneira peculiar com que cada escritor manipula a linguagem literária.
Refere-se à capacidade de usar técnicas para obter um melhor resultado
estético.
Estilo de época diz respeito a uma série de procedimentos estéticos que caracterizam determinado período histórico porque foram usados repetitiva e constantemente, por uma ou mais geração de escritores.
Tomando por base os estilos de época, podemos fazer a seguinte periodização das literaturas portuguesa e brasileira:
Literatura Portuguesa
Trovadorismo
Humanismo
Classicismo
Barroco
Arcadismo
Romantismo
Realismo
Simbolismo
Modernismo
Literatura Brasileira
Quinhentismo
Barroco
Arcadismo
Romantismo
Realismo e Naturalismo
Parnasianismo
Simbolismo
Pré-Modernismo
Modernismo
Estilo de época diz respeito a uma série de procedimentos estéticos que caracterizam determinado período histórico porque foram usados repetitiva e constantemente, por uma ou mais geração de escritores.
Tomando por base os estilos de época, podemos fazer a seguinte periodização das literaturas portuguesa e brasileira:
Literatura Portuguesa
Trovadorismo
Humanismo
Classicismo
Barroco
Arcadismo
Romantismo
Realismo
Simbolismo
Modernismo
Literatura Brasileira
Quinhentismo
Barroco
Arcadismo
Romantismo
Realismo e Naturalismo
Parnasianismo
Simbolismo
Pré-Modernismo
Modernismo
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