domingo, 3 de março de 2013

Como fazer uma conclusão?

Como fazer a conclusão de um trabalho
A conclusão deve ser resumida, conter apenas 01 parágrafo e deve retomar a ideia principal, desenvolvida no texto, de forma convincente.
A conclusão deve conter a síntese de tudo o que foi apresentado no texto, e não somente em relação às ideias apresentadas no último parágrafo do desenvolvimento.
Pode-se também apresentar possíveis soluções para os problemas expostos no desenvolvimento, buscando prováveis resultados. Por exemplo: É imprescindível que, diante dos argumentos expostos, todos se conscientizem de que ...

 Frases-modelo, para o início da conclusão:
Apresento, aqui, algumas frases que podem ajudar, para iniciar a conclusão. Não tomem estas frases como receita infalível. Antes de usá-las, analise bem o tema, planeje incansavelmente o desenvolvimento, use sua inteligência, para ter certeza daquilo que será incluso em sua dissertação. Só depois disso, use estas frases:

Em virtude dos fatos mencionados ...

Por isso tudo ...

Levando-se em consideração esses aspectos ...

Dessa forma ...

Em vista dos argumentos apresentados ...

Dado o exposto ...

Tendo em vista os aspectos observados ...

Levando-se em conta o que foi observado ...

Em virtude do que foi mencionado ...

Por todos esses aspectos ...

Pela observação dos aspectos analisados ...

Portanto ... / logo ... / então ...

Após a frase inicial, pode-se continuar a conclusão com as seguintes frases:

... entendemos que ...

... entende-se que ...

Capa para os trabalhos de Português


E. E. PROFº FRANCISCO DE ASSIS PIRES CORRÊA

  

  

Tema do trabalho ou projeto

   


                                                                                                                             Nome, Nº e Série

 SÃO PAULO - 2013

Formato padrão para os trabalhos de Português


Segue formato padrão para os trabalhos ou projetos de Português, seguindo algumas normas da ABNT:

ü  Fonte Arial ou Times, 12, preta;

ü  Espaçamento de linhas de 1,5

ü  Parágrafo (primeira linha) de 1,25

ü  Texto justificado

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Trovadorismo

Podemos dizer que o trovadorismo foi a primeira manifestação literária da língua portuguesa. Surgiu no século XII, em plena Idade Média, período em que Portugal estava no processo de formação nacional.
Marco inicial
O marco inicial do Trovadorismo é a “Cantiga da Ribeirinha” (conhecida também como “Cantiga da Garvaia”), escrita por Paio Soares de Taveirós no ano de 1189. Esta fase da literatura portuguesa vai até o ano de 1418, quando começa o Quinhentismo.

Trovadores

Na lírica medieval, os trovadores eram os artistas de origem nobre, que compunham e cantavam, com o acompanhamento de instrumentos musicais, as cantigas (poesias cantadas). Estas cantigas eram manuscritas e reunidas em livros, conhecidos como Cancioneiros. Temos conhecimento de apenas três Cancioneiros. São eles: “Cancioneiro da Biblioteca”, “Cancioneiro da Ajuda” e “Cancioneiro da Vaticana”.

Os trovadores de maior destaque na lírica galego-portuguesa são: Dom Duarte, Dom Dinis, Paio Soares de Taveirós, João Garcia de Guilhade, Aires Nunes e Meendinho.

No trovadorismo galego-português, as cantigas são divididas em: Satíricas (Cantigas de Maldizer e Cantigas de Escárnio) e Líricas (Cantigas de Amor e Cantigas de Amigo).

Cantigas de Maldizer: através delas, os trovadores faziam sátiras diretas, chegando muitas vezes a agressões verbais. Em algumas situações eram utilizados palavrões. O nome da pessoa satirizada podia aparecer explicitamente na cantiga ou não.

Cantigas de Escárnio: nestas cantigas o nome da pessoa satirizada não aparecia. As sátiras eram feitas de forma indireta, utilizando-se de duplos sentidos.

Cantigas de Amor: neste tipo de cantiga o trovador destaca todas as qualidades da mulher amada, colocando-se numa posição inferior (de vassalo) a ela. O tema mais comum é o amor não correspondido. As cantigas de amor reproduzem o sistema hierárquico na época do
feudalismo, pois o trovador passa a ser o vassalo da amada (suserana) e espera receber um benefício em troca de seus “serviços” (as trovas, o amor dispensado, sofrimento pelo amor não correspondido).

Cantigas de Amigo: enquanto nas Cantigas de Amor o eu-lírico é um homem, nas de Amigo é uma mulher (embora os escritores fossem homens). A palavra amigo nestas cantigas tem o significado de
namorado. O tema principal é a lamentação da mulher pela falta do amado.

Estilo e escolas literárias

Estilo individual é a maneira peculiar com que cada escritor manipula a linguagem literária. Refere-se à capacidade de usar técnicas para obter um melhor resultado estético.

Estilo de época diz respeito a uma série de procedimentos estéticos que caracterizam determinado período histórico
porque foram usados repetitiva e constantemente, por uma ou mais geração de escritores.

Tomando por base os estilos de época, podemos fazer a seguinte periodização das literaturas portuguesa e brasileira:

Literatura Portuguesa
Trovadorismo
Humanismo
Classicismo
Barroco
Arcadismo
Romantismo
Realismo
Simbolismo
Modernismo


Literatura Brasileira

Quinhentismo
Barroco
Arcadismo
Romantismo
Realismo e Naturalismo
Parnasianismo
Simbolismo
Pré-Modernismo
Modernismo

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Poesia, poema e prosa


A palavra poesia vem do grego poiesis, que pode ser traduzido como a atividade de produção artística ou a de criar ou fazer. Com base nisso, a poesia pode não estar só no poema, mas também em paisagens e objetos. Trata-se, enfim, de uma definição mais ampla, que abarca outras formas de expressão, além da escrita.

poema também é uma obra de poesia, mas que usa palavras como matéria-prima. Na prática, porém, convencionou-se dizer que tanto o poema quanto a poesia são textos feitos em versos, que são as linhas que constituem uma obra desse gênero.

prosa é uma narrativa ficcional, em oposição a verso, composta sem forma métrica, sem verso(s).

Advérbios, conjunções, interjeições e preposições

Na Morfologia as classes invariáveis são: os advérbios, as conjunções, as interjeições e as preposições, Isto é, são palavras que não vão para o plural, nem para o feminino.



Classes gramaticais

Função ou sentido

Advérbio

Palavra que modifica o verbo, o adjetivo ou outro advérbio, expressando uma circunstância. Exemplos:
Ali, lá, naquele lugar.
Não: expressa negação.
Logo: prontamente, imediatamente.

Preposição

Termo que subordina uma palavra a outra. Exemplos:
Livro de João, peso sobre o papel, espaço entre as árvores, morava em Belo Horizonte.

Conjunção

Termo que liga duas palavras, dois membros de uma oração ou duas orações. Exemplos:
E: exprime ideia de adição (aditiva).
Mas: relaciona pensamentos em contraste ou oposição.
Quando: conjunção temporal.
Se: conjunção que exprime condição.

Interjeição

Vocábulo que traduz uma impressão súbita, como dor, susto, alívio, admiração. Exemplos:
Oba!: alegria, satisfação. Ah!: alívio, alegria. Psiu!: Ordena silêncio.